Cachaça “Princesa Isabel Aquarela”, do Espírito Santo, é eleita a melhor do País

Melhor cachaça brasileira é produzida em Linhares (Foto: Alambique Princesa Isabel/Reprodução Instagram)

A cachaça capixaba Princesa Isabel Aquarela, fabricada na zona rural no município de Linhares, norte do Espírito Santo, ganhou o primeiro lugar entre as 50 melhores na linha branca do destilado. O prêmio anunciado no 3º Ranking da Cúpula da Cachaça, publicado no jornal Estadão, de São Paulo, no último dia 1º de fevereiro.

Alambique moderno da Princesa Isabel (Foto: Alambique Princesa Isabel/Reprodução Instagram)

A bebida é produzida pelo alambique Princesa Isabel, de Adão Cellia e o filho dele, Pedro Henrique Cellia, com técnicas e padrões totalmente orgânicos, que agora buscam essa certificação. Lançada em novembro de 2016, em apenas um ano e dois meses no mercado já ganhou outros prêmios, sendo a mais pontuada em Londres, na Inglaterra, e medalha de prata no concurso mundial realizado em Bruxelas, na Bélgica. A bebida também angariou colocações significativas para o Espírito Santo na Expo Cachaça.

A melhor cachaça brasileira é produzida em Linhares. A afirmação enche o município de orgulho. Princesa Isabel é produzida no distrito de Desengano, interior de Linhares e o produto avaliado está classificado na categoria madeira/três anos/Jequitibá.

Adão Cellia mostra sua produção campeã. (Foto: Alambique Princesa Isabel/Reprodução Instagram)

“Um dos segredos para se ter uma boa cachaça é ter uma boa cana. A linha branca é muito disputada e estamos muito felizes, não só pelo reconhecimento do nosso trabalho, que é fruto de uma estrutura moderna, uma assessoria especializada, boas prática no manejo da matéria prima, a nossa cana de açúcar, como também, é destaque para a nossa cidade. Esse prêmio é de Linhares”, afirma o proprietário do alambique (que também é médico), Adão Cellia.

A cachaça capixaba Princesa Isabel Aquarela tem traços culturais manuais e tudo é produzido em padrões artesanais, mas com muito critério. “Primeiro, visitamos vários alambiques pelo Brasil afora e, depois, contratamos um engenheiro especialista. A produção da cachaça foi acompanhada por um biólogo que pesquisa o produto, e que acompanha o processo e faz análises da bebida”, explicou o produtor vencedor Adão Cellia. A marca circula entre bares, restaurantes e centros gourmets do Brasil e do Espírito Santo. Preço sugerido: R$ 64,25 (750 ml)

O segundo lugar ficou com a cachaça Sanhaçu Freijó, produzida no Chã Grande (PE). Já o terceiro lugar foi para a cachaça mineira, Tiê Prata, produzida em Aiuruoca. Os preços são de R$ 94,25 (600 ml) para a Sanhaçu Freijó e R$ 50,75 (670 ml) para a Tiê Prata.

Conheça a cachaça número 1 do Brasil

Fotos: @AlambiquePrincesaIsabel/Reprodução Instagram

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